“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”.
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outubro 19, 2013

Vacina??o: Decis?o Informada e Direito à Escolha

Na sequência de um artigo em Maio na revista Vis?o sobre posi??es pró e contra as vacinas escrevi o seguinte texto que enviei para a redac??o de duas ou três formas diferentes, sem ter, tanto quanto sei, sido publicado ou comentado. Como continuo a querer partilhá-lo , aqui segue para vós:

"Exmos Senhores, tendo lido, tardiamente, o vosso artigo “Sarampo Volta a Matar” e considerando muito pertinente a sua escolha e o debate social do mesmo,
gostaria de comentar o seguinte:

? Além das posi??es pró-vacinas e anti-vacinas existem muitas outras posturas, porventura mais interessantes, como aquela que pretende uma reflex?o crítica sobre a mesma. Numa dessas abordagens, n?o se questiona propriamente a imuniza??o mas procura-se compreender os efeitos a médio e a longo prazo na saúde global das popula??es – que correla??es surgem entre o tipo de vacina??o e a longevidade e o perfil de saúde ou doen?a de indivíduos/ popula??es; que vacinas funcionam bem ou mal juntas. Parece-me vital abordar esta quest?o com horizontes, mesmo temporais, largos.
Consultar, por exemplo, este recente estudo apontando para os efeitos nocivos neurológicos e na imunomedia??o: http://progress.umb.edu.pl/sites/progress.umb.edu.pl/files/129-141.pdf

? Além dos efeitos negativos das vacinas citados, existem outros estudos como os referidos neste site http://www.vaccinationcouncil.org/2011/02/13/vaccines-get-the-full-story/ que v?o muito além da febre ou do mero incómodo no local da aplica??o, debru?ando-se sobre a evidência de efeitos a nível imunitário/ imunomediado, neurológico e metabólico. Que os pais e interessados os desconhe?am é uma caso flagrante de desrespeito pelo principio do Consentimento Informado de que cada acto médico carece. E cito :
? “1) Reac??es tópicas, incluindo:
? a) tópicas após a vacina BCG ;
? b) incha?o,
? c)adenopatia linfática,
? d) abcessos no local da injec??o;
? 2) Efeitos pós vacinais adversos no sistema nervosa central:
? a) encefalopatia,
? b) convuls?es febris,
? c) convuls?es n?o-febris,
? d) paralisia poliometilitica causada pelo vírus da vacina,
? e) encefalite,
? f) meningite,
? g) Sindrome de Guillain – Barre ;
? 3) Outros efietos adversos:
? a) dores articulares,
? b) episódio hipotónico – hiporesposnsivo;
? c) febre acima dos 39?C
? d) trombocitopenia,
? e) Choro contínuo e inconsolável.” 

? O alumínio encontrado na natureza e ingerido por via digestiva é diferente do que é inoculado. Vale a pena perceber porquê. Além disso, existe, por exemplo mercúrio/Thimerosal e a quest?o está longe, em termos de investiga??o, de ter chegado a um ponto de consenso. Da mesma forma, além do estudo sobre o autismo que mencionam, existem muitos outros que também incluem as doen?as desmielinizantes e também esta quest?o n?o está de forma alguma encerrada.
Ver por exemplo http://www.nap.edu/openbook.php?record_id=2138&page=34

? O racional, a explica??o lógica de funcionamento das vacinas parece sempre muito boa idéia, mas há também quest?es de processo e n?o de princípio a abordar, como por exemplo e entre outros ( http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22235057 ou http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/pinkbook/downloads/appendices/b/excipient-table-2.pdf ) :

? quem realiza em quem, apresenta estudos de seguran?a e informa a comunidade médica dos resultados dos testes das vacinas;

? De onde provêm e como s?o manipulados os materiais genéticos utilizados nas mesmas;

? Compreendendo o aspecto emocional e empático que também mobiliza os profissionais de saúde que assistem à morte ou dano permanente de pessoas por doen?as que poderiam eventualmente ser evitadas, apelo também para a necessidade de reflex?o e investiga??o idónea (n?o realizada pelas farmacêuticas ou associados), sobre os processos de denega??o (http://eurpub.oxfordjournals.org/content/19/1/2.full), informa??o e debate em todos aqueles que, por exemplo, viram uma menina perfeitamente saudável e com 15 anos ser diagnosticada com esclerose múltipla na sequencia da segunda toma de uma vacina para o HPV, ou conhecem pessoas que, também na sequência de vacinas da polio ficaram com dificuldades motoras para toda a vida ou ainda das que descobrem que a púrpura trombocitopenica idiopática que lhes apareceu sem aviso na inf?ncia, lhes custou cirurgias, recobros, paragens de crescimento por conta dos imunossupressores e inúmeras vicissitudes pode estar associada à imuniza??o feita imediatamente antes.

? Por respeito a todas estas pessoas, às suas famílias e a todos nós que somos humanos, há que transcender a postura pró ou anti-vacinas e rótulos afins e promover um debate integral, esclarecido e n?o enviesado – o que implica o trabalho e a vontade de descobrir toda a informa??o válida e pertinente.

? Algumas recomenda??es importantes concernentes a este assunto, muitas delas já postas em prática, por exemplo, na Fran?a ou no Jap?o, seriam http://progress.umb.edu.pl/sites/progress.umb.edu.pl/files/129-141.pdf :

? “Eliminar o Thimerosal de todas as vacinas.

? 2. Descontinuara a imuniza??o de crian?as com a vacina da hepatite B (vacinar apenas em casos de alto risco )

? 3. Descontinuar a vacina??o dos recém –nascidos com BCG~

? 4. Iniciar a vacina??o aos 4 meses de idade nos outros grupos de crian?as.

? 5. Descontinuar a vacina??o da tosse convulse feita com células completas.

? 6. Administrar um máximo de três tipos de vacinas num dia.

? 7. Descontinuar a administra??o de vacinas com vírus vivos ou fazê-lo com intervalos de seguran?as.

? 8. Tornar acessíveis as vacinas mono-valentes.

? 9. Compromisso dos médicos responsáveis pela administra??o das vacinas em realizar uma entrevista prévia com os pais sobre alergias, asma e outras doen?as auto-imunes ou complica??es vacinais na família antes da administra??o das vacinas.

? 10. Monitorizar o estado de saúde das crian?as antes e depois da vacina??o de modo a identificar perturba??es que possam indiciar perigo para a saúde ou para a vida em tempo util.

? 11. Criar um programa obrigatório de registo de complica??es pos vacinais.”


Com os melhores cumprimentos,
Sandra Gon?alves, psicóloga, formadora e investigadora"
https://www.facebook.com/sandra.goncalves.3576
https://www.facebook.com/groups/204803863012649/permalink/209802919179410/

UMA ASSINATURA PARA ACABAR COM A TORTURA!


UMA ASSINATURA PODE FAZER A DIFEREN?A PARA MILH?ES DE ANIMAIS QUE TODOS OS ANOS S?O TORTURADOS E ASSASSINADOS EM LABORAT?RIOS!

Assinem no seguinte link e convidem todos os vossos amigos e conhecidos a também assinar. Temos até 31 de Outubro para atingir o objectivo.
http://tinyurl.com/stopvivisectionPT

(Nota: O número do cart?o de cidad?o tem der ser colocado com os dígitos que se encontram à frente do número. Exemplo: 45624589 5 ZX9).


Stop Vivissec??o - Iniciativa Europeia De Cidad?os Grupo de Portugal
https://www.facebook.com/iecportugal

Evento:
https://www.facebook.com/events/442567795830231/

Anti Vivissec??o e Experimenta??o Animal
https://www.facebook.com/antiviviexpanimal

Vivissec??o: Disseca??o de animais vivos para estudos
(retirado do filme "Earthlings")

maio 02, 2013

STOP Vivissec??o (até 31 de outubro!) para acabar com os testes em animais (Grupo de PORTUGAL)


Car@s Amig@s,
Precisamos da ajuda de tod@s e fazemos aqui um apelo:
Temos apenas até 31 de outubro para conseguir um milh?o de assinaturas para que os testes em animais sejam proibidos na Europa!
Com uma assinatura podemos por fim a essa barbaridade!!!!

Por favor, basta clicar neste site [http://www.stopvivisection.eu/pt-pt] do Parlamento Europeu (100% seguro) onde é pedido: nome, apelido, identifica??o, porque é um sistema de recolha de assinaturas para se poder verificar que a pessoa é europeia e tem mais de 18 anos.



- PARA PORTUGAL S?O NECESS?RIAS 16.500 ASSINATURAS!!!!!!!
http://www.stopvivisection.eu/pt-pt




"A iniciativa STOP VIVISECTION oferece aos cidad?os a possibilidade de exprimirem o seu desacordo em rela??o às experiências com animais e de exigir da Uni?o Europeia um procedimento científico avan?ado, que proteja a saúde dos seres humanos e ao mesmo tempo os direitos dos animais.

Gra?as à ICE - Iniciativa de Cidadania Europeia, com 1 milh?o de assinaturas os cidad?os europeus podem tomar parte na defini??o de políticas da Uni?o Europeia.

Nós cidad?os europeus fazemos um apelo à Comiss?o Europeia com o fim de revogar a Directiva 2010/63/EU (relativa à protec??o dos animais utilizados para fins científicos) apresentando uma nova proposta de directiva destinada a p?r um fim definitivo à experimenta??o animal e a tornar obrigatória, para a investiga??o biomédica e toxicológica, a utiliza??o de dados específicos para a espécie humana.


- Para quem n?o tem acesso à internet:
Recolha das assinaturas em papel:  

http://www.stopvivisection.eu/pt-pt/content/agir "

Pode contribuir pessoalmente para a recolha de assinaturas em papel.
Para come?ar agora, clique AQUI:
http://www.stopvivisection.eu/pt-pt/content/recolha-das-assinaturas-em-papel-como-obter-o-formulário


 
ATEN??O: OS FORMUL?RIOS EM PAPEL PREENCHIDOS E ASSINADOS DEVEM SER ENVIADOS AT? AO DIA 30 DE SETEMBRO DE 2013 EM CATA REGISTADA

*** Dúvidas/quest?es para a recolha de assinaturas em papel:

 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=329384323831735&set=oa.637718096243699&type=1&theater
 
ATEN??O: DEVE APENAS ASSINAR UMA VEZ!

Muito obrigada pelo seu contributo. Assine e ajude-nos a divulgar.







EVENTO:
https://www.facebook.com/events/442567795830231/?ref=3

P?GINA:

https://www.facebook.com/iecportugal

mar?o 17, 2012

Campanha Contra a Crueldade!!! - Nenhum animal precisa morrer para você se vestir.

Investiga??es da Swiss Animal Protection, da East International e da Humane Society of the United States exp?em realidades arrepiantes nas quintas de peles da China, onde Raposas, Guaxinins, Chinchilas, Martas, C?es e Gatos, entre outros animais, vivem e morrem em sofrimento extremo para alimentarem o comércio e uso de peles na Europa e nos Estados Unidos


Quando investigadores sob disfarce da Swiss Animals Protection e da East International iniciaram, recentemente, as suas investiga??es em quintas de peles na província de Hebei, na China, de imediato perceberam por que raz?o n?o s?o permitidas visitas a estes locais. Estes investigadores descobriram que muitos animais est?o ainda vivos e a tentarem libertar-se desesperadamente enquanto os trabalhadores destas quintas de peles os atiram contra o ch?o, por forma a que o seu dorso bata violentamente no ch?o, quebrando, assim, a sua coluna, ou enquanto os penduram, pelas patas traseiras ou pela cauda, em ganchos, enquanto, espetando facas na barriga destes animais e puxando, a partir daí, toda a pele dos seus corpos, os mesmos trabalhadores esfolam raposas e guaxinins (entre outros animais) vivos e completamente conscientes. Quando os trabalhadores destas quintas de peles chinesas come?am a cortar a pele e o pêlo dos animais a partir das pernas destes, os animais esperneiam agonizantemente e tentam por todos os meios fugir a esta experiência extremamente dolorosa. Os trabalhadores destas quintas pisam os pesco?os e cabe?as dos animais que resistem mais, de maneira a que, sem conseguirem cortar-lhes o pelo e o pêlo enquanto est?o vivos e conscientes, consigam, através do peso e da for?a que exercem sobre os animais, asfixiá-los ou quebrar, assim, o seu pesco?o.
 Quando a pele e o pêlo dos animais é finalmente arrancada do corpo dos animais, por cima das suas cabe?as, o seu frágil corpo, despido e ensanguentado, sem a sua pele, é atirado para um monte, onde se juntam todos os animais já esfolados. Muitos dos animais nestes amontoados de corpos est?o ainda vivos, tentando respirar por entre o sangue, e pestanejando ainda. Alguns dos cora??es dos animais ainda batem cinco a dez minutos depois de terem sido esfolados. 
Um investigador gravou em vídeo um guaxinim esfolado por cima dos restantes corpos que, espantosamente, teve ainda for?a suficiente para levantar a sua cabe?a sem pele e cheia de sangue, fixando o investigador e a c?mara que o filmava.
Antes de serem esfolados vivos, estes animais s?o arrancados das suas jaulas e atirados violentamente para o ch?o. Os trabalhadores das quintas de peles usam barras de metal para baterem na cabe?a dos animais ou limitam-se a atirar com a cabe?a e o dorso dos animais contra o ch?o, causando-lhes inúmeras fracturas ósseas e convuls?es, embora, na maior parte dos casos, sem que isso cause a morte imediata dos animais. Todos os animais nestas quintas assistem a todo este processo hediondo, vendo os outros animais a passarem por todo este sofrimento e antecipando o que de seguida lhes acontecerá. Fechados em jaulas mínimas e sujas, o seu brutal destino é esta morte arrepiantemente cruel.
Na China, a cria??o e morte de animais para extrac??o da sua pele e pêlo n?o obedece a quaisquer regras, uma vez que n?o há legisla??o que regulamente esta actividade. Nestas quintas, raposas, martas, coelhos e outros animais exibem distúrbios comportamentais, como movimentos repetitivos e constante abanar das cabe?as, em jaulas de arame, em que os animais est?o expostos à chuva, ao frio gélido, ou, noutros momentos, ao calor extremo. As m?es, que ficam altamente perturbadas pelo tratamento agressivo, assim como pela impossibilidade de, ao terem as suas crias, n?o poderem esconder-se para o parto nem poderem proteger as suas crias, acabam por matar os seus próprios bebés, de t?o afectadas que est?o. Doen?as e ferimentos s?o comuns nestes animais, que n?o têm qualquer espécie de assistência nem recebem qualquer cuidado, acabando estes animais por roerem as suas próprias patas e atirarem-se constantemente contra as grades das jaulas em que est?o fechados.
Uma investiga??o da Humane Society of the United Statestambém na China revelou igualmente que, sendo muito comum a morte de c?es e gatos neste país – n?o só para a produ??o e comércio do seu pêlo como também para o comércio e consumo da sua carne –, os c?es de ra?a Pastor Alem?o s?o aqueles que mais s?o criados e mortos, uma vez que o seu pêlo cinzento e amarelo é considerado muito útil e é muito procurado para a produ??o de casacos e acessórios de pêlo. O pêlo cinzento é considerado melhor e é mais caro do que o pêlo amarelo, o que, segundo foi explicado aos investigadores, se deve ao facto do pêlo cinzento dos Pastores Alem?es poder ser facilmente apresentado e vendido como pêlo de raposa ou guaxinim, para casacos, ou, para acessórios, lembrar o pêlo de coiotes, guaxinins e outras espécies vulgarmente usadas para a produ??o de acessórios de pêlo.
A globaliza??o do comércio de pêlo faz com que seja impossível saber qual a origem dos produtos de pêlo. As peles e pêlo dos animais s?o artigos leiloados interncionalmente e distribuídos por fabricantes de pe?as de vestuário e acessórios de pêlo em todo o mundo, com os produtos finais a serem vulgarmente exportados. A China fornece mais de metade das pe?as finais de acessórios de pêlo importadas para comercializa??o nos Estados Unidos da América. De igual modo, se uma etiqueta de um casaco ou acessório com pêlo diz que esse artigo foi feito num país da Europa, os animais cujo pêlo comp?em essas pe?as foram provavelmente criados e mortos numa parte diferente do mundo – possivelmente, numa quinta de peles da China como as expostas nesta investiga??o especial. Além disso, as quintas de peles nos Estados Unidos da América e na Europa, mesmo com cenários n?o t?o extremos como os das quintas de peles da China, s?o unidades onde os animais, depois de terem tido vidas miseráveis, s?o mortos por quebra do pesco?o, asfixia, afogamento, envenenamento com gás ou electrocuss?o anal ou vaginal.
Quem usa um casaco de pêlo ou qualquer acessório que tenha pêlo de algum animal, é cúmplice deste comércio horrivelmente cruel. Quem comercializa estas peles e as promove, como é o caso da estilista Fátima Lopes, é primeiramente responsável por esta barbaridade inimaginável.
Actualiza??o da Campanha de Protesto contra Fátima Lopes, a“Estilista da Morte”
Inicialmente, a estilista Fátima Lopes, em declara??es ao “Correio da Manh?” (ver CM, 28-02-2005 <http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=151631&idCanal=133 >), quando lhe foi perguntado se usava peles sintéticas, respondeu “N?o há nada falso. ? tudo verdadeiro desde as raposas aos visons. Nunca disse que era contra as peles verdadeiras. Pelo contrário, sou a favor.” Estas declara??es vergonhosas foram imediatamente contestadas através de muitas centenas de e-mails e faxes de protestos que, no seguimento de uma campanha de protesto da ANIMAL, a estilista recebeu de pessoas de todo o país e mesmo de fora de Portugal. Além de nunca ter respondido a estas mensagens de protesto, dias depois, o jornal “24 Horas” noticiou: “Fátima Lopes voltou a dizer que é a favor do uso de peles de animais” (in “24 Horas”, 05-03-2005), tendo a estilista, na mesma entrevista, garantido que “a fase contra as peles já acabou”, além de ter classificado os protestos dos defensores dos direitos dos animais como “um disparate”, ainda em declara??es a este jornal.
No dia 28 de Mar?o, a ANIMAL lan?ou o vídeo “ANIMAL apresenta Fátima Lopes (clique aqui <http://animal.org.pt/fatimalopes.wmv > para ver o vídeo),acompanhado do apelo para que fosse o vídeo mais visto e divulgado na internet, com o objectivo de denunciar o consciente e deliberado apoio de Fátima Lopes à crueldade extrema contra animais na abominável indústria das peles. Neste curto mas revelador vídeo, vêem-se imagens da estilista com cita??es das suas lamentáveis declara??es (acima referidas), intercaladas com imagens de raposas e guaxinins a serem esfolados vivos numa quinta de peles, como prova daquilo que, ao comercializar e usar pêlo de animais e ao defender esta actividade, Fátima Lopesapoia, sendo, portanto, activamente cúmplice desta crueldade absoluta.
As últimas reac??es de Fátima Lopes s?o reveladoras da sua total falta de carácter e de sentido de ética. Em declara??es a “O Independente” (ver “O Independente”, 01-04-2005 <http://www.oindependente.pt/ >), Fátima Lopes, a “Estilista da Morte”, alegou que esta campanha é uma “manipula??o”, afirmando que a verdadeira quest?o coloca-se na “forma horrível como os animais s?o mortos”, deixando claro o seu apoio à explora??o e morte de animais simplesmente para o uso do seu pêlo na moda, supostamente desde que sejam mortos de forma indolor, tentamos concluir. Ora, é objectivamente sabido que, nas quintas de peles, os animais s?o mantidos nas piores condi??es possíveis, desenvolvem graves distúrbios comportamentais e emocionais, e acabam sempre por ser mortos de uma maneira extremamente cruel, seja por quebra do pesco?o, asfixia, envenenamento, afogamento, concuss?o (à paulada) ou electrocuss?o anal ou vaginal, sendo comum os animais serem esfolados enquanto est?o ainda vivos e conscientes – sendo que a prioridade n?o é preservar os animais de qualquer sofrimento, mas sim preservar o valor das suas peles. Fátima Lopes sabe disto, mas finge n?o saber. ? também sabido que é impossível manter e matar os animais com este fim de uma maneira n?o cruel, além de ser claro que é eticamente errado fazê-lo, mesmo que tal fosse possível de maneira menos cruel. Dando provas da sua necessidade de afirma??o, Fátima Lopes afirmou ainda que é “uma estilista de nome internacional” e que, “tal como 99 por cento dos criadores internacionais, usa peles de animais”, do que se conclui que Fátima Lopes justifica os erros que comete com o facto de outros cometerem erros. Além disso, essa afirma??o é falsa. Na verdade, muitos e prestigiados estilistas internacionais recusam-se a usar peles de animais, como é o caso de Stella MacCartney, Calvin Klein, Vivian Westwood, Mark Bouwer e Todd Oldham, entre outros, além de, também em declara??es a “O Independente”, reputados estilistas portugueses, como Ana Salazar, Miguel Vieira e Luís Buchinho se terem afirmado contra o uso de pêlo de animais.
Em declara??es ao jornal “Destak” (in “Destak”, 31-03-2005),Fátima Lopes disse “ser 100% contra estes actos de barbárie”,referindo-se à maneira como os animais s?o mortos, defendendo-se dizendo “n?o sou nenhuma assassina”, enquanto afirma que as organiza??es de direitos dos animais deveriam protestar contra os criadores e produtores de pêlo de animais e n?o contra os estilistas que, como ela, usam peles. Mais uma vez, defendeu-se com o exemplo de estilistas internacionais que usam peles, acrescentando que este mercado existe “porque existe público a querer comprar”. Conclui-se novamente que Fátima Lopes n?o tem responsabilidade moral – na verdade, a “estilista da morte”apresenta justifica??es absurdas e falsamente ingénuas, esperando que alguém as tenha como sérias, querendo fazer crer que quem tem responsabilidade é apenas quem cria e mata animais com este fim e quem compra e usa casacos e pe?as com pêlo de animais, e nunca os estilistas que desenham, fabricam e comercializam casacos e acessórios com pêlo de animais, além de apoiarem este comércio abertamente, como ela o faz. Além de ir buscar exemplos de imoralidade e de cumplicidade na crueldade contra animais a outras pessoas para justificar a sua própria imoralidade e cumplicidade neste horror, Fátima Lopesfaz quest?o de dizer, ainda em declara??es ao “Destak”, que “há hipocrisia” na campanha da ANIMAL, depois de produzir as declara??es mais hipócritas que alguém poderia conceber. N?o contente com os absurdos que alega a seu favor, Fátima Lopesatira ainda contra “as autoridades competentes que deviam apostar no controlo e fiscaliza??o”, ficando claro que, para esta estilista, n?o importa quanto sangue, sofrimento e morte de animais sejam necessários para que as suas pe?as sejam feitas e vendidas por ela – a culpa do sofrimento hediondo por que passam os animais é sempre e exclusivamente de quem os cria e mata, de quem compra os casacos e os veste, das autoridades que n?o fiscalizam, e até das organiza??es que denunciam, criticam e que protestam contra estes males. Nunca é da própriaFátima Lopes, que faz moda do pêlo de animais que choraram enquanto este lhes foi arrancado.
Confrontada pelo “Jornal de Notícias” a respeito desta quest?o,Fátima Lopes voltou a tentar justificar-se (in “Jornal de Notícias”, 04-03-2005): “n?o posso ser responsabilizada por uma coisa de que n?o tenho culpa. N?o sou nenhuma entidade fiscalizadora, nem sou o Governo para assegurar que os animais morram de uma maneira indolor e rápida. Como se mata, e quem mata, n?o é responsabilidade minha. Eu também n?o sou a favor daquela barbárie.” Novamente, Fátima Lopes quer convencer o público de que n?o tem qualquer responsabilidade quanto ao modo como os animais s?o tratados e mortos, apenas porque ela n?o participa nisso. Simplesmente, usa o pêlo desses animais que foram tratados miseravelmente e cruelmente mortos para as suas cria??es, que vende e promove, dizendo alegremente que é “a favor das peles”. Chega ao absurdo extremo de dizer, “Os peixes também n?o morrem sufocados nas redes? E também n?o comemos carne de vaca? ? melhor deixar de comer carne e peixe também.” Ou seja, ironicamente, Fátima Lopes acaba por reconhecer que, de facto, os animais s?o usados, explorados e mortos em muitas áreas diferentes, que isso lhes provoca sofrimento e viola os seus direitos, e que deveríamos tornar-nos vegetarianos. Mas a sua mente retorcida inverte a quest?o, apresentando todos estes males como justifica??o para o mal que é criar e matar animais exclusivamente para utiliza??o do seu pêlo. A teoria de Fátima Lopes é t?o perigosa quanto isto: para a“estilista da morte”, porque os animais já s?o vítimas de violência e explora??o, ent?o por que raz?o limitá-la à alimenta??o? Deve-se, isso sim, explorar e matar animais em todos os casos imagináveis, simplesmente porque, em muitos casos, isso (infelizmente) já acontece. Analogamente, pode-se dizer que as consequências da argumenta??o de Fátima Lopes, se aplicadas à guerra, levariam a que, se há actualmente guerra no Iraque e no Sud?o, ou seja, se há alguma ou muita guerra no mundo, ent?o é aceitável promover a guerra em qualquer circunst?ncia e em todos os casos imagináveis. Felizmente,Fátima Lopes n?o tem este poder de decis?o, tendo, embora, o poder de decidir se milhares de animais s?o barbaramente torturados ou n?o em nome da sua “moda da morte”.
Em face de tudo isto, a denúncia e os protestos devemcontinuar. Por favor, divulgue junte de todos os seus contactos o vídeo “ANIMAL apresenta Fátima Lopes”. Por um lado, devemos aos animais que foram esfolados vivos e cujo sofrimento este vídeo ilustra conhecer esta realidade chocante e fazer algo contra este horror. Por outro lado,devemos combater esta “tendência da moda” que Fátima Lopes defende e levá-la, através da exposi??o, crítica e protestos públicos, a abandonar completamente o uso e comércio de peles de animais
Leia esta notícia inteira na edi??o de hoje do jornal semanário “O Independente”, em www.oindependente.pt <http://www.oindependente.pt/ >.
Este foi um passo histórico na defesa dos direitos dos animais em Portugal. Pela primeira vez no nosso país, uma quinta de peles (no caso, de chinchilas) foi exposta e, se o objectivo da ANIMAL era denunciar uma quinta de peles como algo de imoral, esta investiga??o conjunta da ANIMAL com “O Independente” revelou que esta quinta é também ilegal, tendo, no seguimento desta investiga??o, sido encerrada na tarde de ontem, pelo Ministério da Agricultura e pela GNR. Em consequência disto, a cria??o, explora??o e morte de milhares de chinchilas nesta quinta, em Peso da Régua, tiveram ontem um fim definitivo.

novembro 25, 2011

Empresas que TESTAM & N?O testam em Animais

Apesar da batalha contra os testes feitos em animais ainda há empresas que simplesmente se recusam a parar e a arranjar alternativas (que, por acaso, s?o mais baratas e eficazes). Os activistas (principalmente a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals)) têm lutado e todos os dias lutam contra estas injusti?as feitas aos nossos amigos animais e, portanto, como ajuda a essa luta decidi traduzir e colocar num documento as empresas que actualmente testam em animais e as que n?o testam.
Neste post irei referir apenas algumas mais famosas e que est?o presentes no nosso dia a dia e, depois, disponibilizo para download um PDF com as empresas todas que testam e n?o testam.
A mudan?a destas atitudes também é influenciada por nós, o consumidor. Se pararmos de comprar produtos destas empresas e optarmos por outras empresas que respeitam os direitos dos animais e mostrarmos aos grandes donos destas companhias que somos contra o que eles fazem, as atitudes deles ir?o mudar. Mas tudo depende da nossa ac??o. Da ac??o do consumidor.
Ao comprarmos estas marcas apenas estamos a fornecer mais dinheiro para que estas pesquisas e testem desumanos sigam em frente e sejam feitos. Nós temos o poder de mudar isso e temos de utilizar esse poder. Chega de argumentarmos "Mas ser só eu a agir n?o faz diferen?a!". Se todos deixarmos de pensar assim e agirmos, faz diferen?a sim. Deixamos de ser um, dois ou três pessoas e passamos a ser milhares e mais milhares.
Temos de AGIR!
Empresas que TESTAM em Animais
  • Johnson & Johnson (Aveeno, Clean & Clear, Listerine, Lubriderm, Neutrogena,Rembrandt, ROC, etc.)
  • L'Oreal (Biotherm, Cacharel, Garnier, Helena Rubinstein, Giorgio Armani, Kiehl's, Lanc?me, Matrix Essentials, Maybelline, Redken, Ralph Lauren Fragrances, Vichy, etc) - Recordo que 50% da L'Oreal pertence à multinacional Nestlé.
  • Procter & Gamble (Always, Crest, Downy, Febreze, Gillete Co., Head & Shoulders, Herbal Essences, Iams, Ivory, Joy (Detergente de Loi?a, n?o o sumo/suco), Max Factor, Mr. Clean, Olay, Old Spice, Pampers, Pantene, Physique, Puffs, Secret, Swiffer, Tide, Vicks, Zest, etc.)
  • Unilever (Axe, Dove, Lux, Ponds, Signal, Suave, Sunsilk, Vaseline, etc.)
Entre muitos outros que podem ser encontrados AQUI.
Empresas que N?O Testam em Animais
  • Calvin Klein Cosmetics
  • Oriflame
Entre muitas outras que podem ser encontradas AQUI.
Apesar de só ter referido dois na lista, o documento conta com 22 páginas de empresas. Apenas coloquei dois em cima porque de marcas famosas só encontrei esses dois.
NOTAS:
  1. Apesar de no PDF estar expresso "The Body Shop" esta foi agora comprada pela L'Oreal e, como tal, é necessário extremo cuidado.
  2. Deixava aqui uma pequena nota. A Yves Rocher é bastante famosa (e que eu gostava, até agora) mas vim a descobrir que afinal, apesar de afirmar que n?o testa, a Yves Rocher afirma somente que n?o testa os produtos finais, n?o fazendo qualquer referência aos ingredientes para ele usado. Como tal, recomendocuidado e, talvez, n?o utiliza??o de produtos da empresa.

Quando pesquisando ou questionando as empresas sobre o facto se testam ou n?o em animais, é preciso fazer press?o n?o só sobre o produto final mas, acima de tudo, os ingredientes. Uma empresa pode afirmar que o seu perfume final n?o é, de alguma forma, testado em animais porém os ingredientes para ele usado podem ter sido sim, testados em animais. Recomendo aos leitores que tenham extrema aten??o neste pequeno, porém importante, detalhe.


Fonte

novembro 04, 2011

Os órg?os que confirmam a ética dos cosméticos org?nicos

Campanha que reúne empresas de cosméticos que se comprometem a n?o utilizar ingredientes tóxicos, substituindo-os por alternativas seguras para o consumidor.

Através deste selo, a Associa??o Profissional dos Cosméticos Ecológicos e Org?nicos da Fran?a garante que o cosmético siga as especifica??es para produtos naturais ou org?nicos.

Produtos com este selo têm a garantia de que n?o s?o testados em animais e n?o contêm ingredientes de origem animal.


FSC - Forest Stewardship Council 
Comprova que a produ??o de papel é feita a partir de madeira de áreas de reflorestamento e outras fontes controladas, garantindo o respeito ao meio ambiente e também aos trabalhadores.

? a maior organiza??o de prote??o aos animais do mundo, sediada nos EUA, desenvolvendo campanhas contra maus-tratos a animais ou ao uso de animais em testes de laboratório.

O selo "cruelty-free" é da People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), organiza??o dedicada à defesa dos direitos animais. Os produtos com este selo n?o contém ingredientes de origem animal, nem passaram por testes em animais.

Associa??o Brasileira de Produtos Naturais e Bem-estar. Reúne empresas que comercializam produtos naturais com responsabilidade ambiental.

Associa??o sem fins lucrativos que estimula práticas econ?micas que promovam justi?a social, sustentabilidade ambiental, comércio justo. Unindo empresas e consumidores por meio de estratégias economicamente viáveis para a solu??o de problemas sociais e ambientais.

*"Naturais da Amaz?nia" n?o se encontra na lista da Revista Gloss, mas essa é uma empresa extrativista da Amaz?nia e produzem junto com as comunidades tradicionais cosméticos ORG?NICOS (sem químicos) e principalmente n?o fazem testes com animais.

SAC VEGANO

Por Giulia Dalle Lucca

Vejo que, pra muita gente, mais difícil que entender que podemos sobreviver sem ovos e leite, é entender que podemos usar cosméticos e produtos de higiene n?o testados em animais. ? comum, ao conversar sobre veganismo, encontrar pessoas que acham absurdo usarmos produtos n?o testados em seres-vivos, como se essa fosse a única forma de atestar sua seguran?a. Mal sabem eles que a maioria das pessoas usam ou já usaram tais produtos. E juro que nunca vi cair peda?o de ninguém por isso!

Ent?o, para acabar com esse mito, montei um "guia básico" (confesso que bem pessoal) tentando selecionar produtos n?o-polêmicos de empresas e marcas famosas que, através dos SACs, afirmaram n?o testar seus produtos em animais.

Empresas como Surya e ?h, já s?o queridinhas dos veganos. Além de n?o testarem em animais, afirmam utilizar apenas componentes vegetais. Só com elas já temos linhas completas para tratar de cabelos de todo tipo e a Surya ainda leva selo vegano em todos os seus produtos, que incluem até hidratantes e creme pra barbear.

Sabonetes Granado e Phebo s?o facílimos de encontrar e s?o feitos de glicerina vegetal.

Para quem prefere sabonetes mais refinados, xampus diferentes e outros tipos de cosméticos, ainda temos a Nívea com uma infinidade de produtos veganos (e nunca achei ninguém com brotuejas por causa deles!), Davene, Garnier, Flores e Vegetais, Bio Extratus, Weleda, Pierre Alexander, ?gua de Cheiro, Natupele, Vult, Florestas, Yamá, Amend, Vita-A, Tec Italy e muitas outras, é só pesquisar (na SAC Vegano!) ou entrar em contato com os SACs da empresa que tiver interessado. Empresas grandes como L'oreal e Niasi também afirmam n?o testar e n?o usar ingredientes de origem animal.

A Mahogany nos informou por email que, além de n?o testarem, est?o com um projeto para substui??o de todas as matérias-primas com origem animal por outras.

A Payot informou que, a partir desse ano, ia constar a informa??o de que n?o testam em animais nos rótulos dos produtos!

A Ecologie disse que n?o utiliza mais nenhum ingrediente de origem animal, mas ainda pode haver produtos antigos n?o-veganos à venda.

Desodorantes, além dos da Nívea que s?o super fáceis de encontrar, temos Garnier Bí-O e Red Apple que, além de n?o testarem, afirmam n?o usar ingredientes de origem animal em nenhum dos produtos.

Pastas de dente também encontramos veganas: Contente e Ice Fresh!

Todas as infoma??es conseguimos por email/telefone, olhando rótulos, perguntando, tirando dúvidas, sempre entrando em contato com os SACs das empresas!

Confesso que a lista acabou sendo "pessoal", mas, pra quem achou que ser vegano é coisa de maluco, pode ver que é super possível sobreviver.

Lembrando que as empresas citadas apenas dizem n?o testar em animais. Ler rótulos e pesquisar é essencial para quem n?o quer contribuir com o maltrato animal no dia-a-dia!

Para auxiliar na pesquisa, além da comunidade da SAC Vegano, onde reunimos as respostas das empresas, foi feito um site reunindo as informa??es da comunidade de forma resumida:

Texto e pesquisa de Giulia Dalle Lucca
Idealizadora e organizadora do SAC Vegano

junho 04, 2011

Alternativas ?ticas

Técnicas substitutivas


Algumas pessoas usam a palavra “alternativa”, pois a Lei 9.605/98 em seu art. 32 usa este termo,
mas a terminologia correta é : “método substitutivo” ou "técnica substitutiva".. Hoje em dia temos tecnologia e conhecimento suficiente para abolir totalmente os testes com animais, mas
infelizmente interesses escusos impedem o uso destes métodos realmente
seguros.

(...) Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticosou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - deten??o, de três meses a um ano, e multa. 
§ 1?. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. 
§ 2?. A pena é aumentada de um sexto a um ter?o, se ocorre morte do animal.


Existem incontáveis técnicas em substitui??o ao uso de animais, mas vamos apenas dar um mínimo resumo abaixo:

PESQUISA CL?NICA E EPIDEMIOL?GICA

S?o métodos de pesquisas simples, mas muito importantes. ?
o estudo das doen?as humanas em indivíduos e em popula??es
específicas. A pesquisa clínica usa voluntários humanos,
estudo de casos clínicos, autópsia, análise estatística
com observa??o clínica da doen?a. Para ajudar
os seres humanos, é necessário estudar as doen?as que
afetam os humanos, e n?o doen?as inoculadas artificialmente
em animais.

CULTURA CELULAR E TISSULAR

Células isoladas de humanos e tecido animal (para uso na medicina veterinária),
s?o cultivadas fora do corpo, após a separa??o
de seu tecido original ou órg?o. Com este procedimento, n?o
há o problema de diferen?a de espécies. Estes testes
s?o extremamente eficientes para testar toxidade e teste de irrita??o.
As culturas org?nicas podem ser usadas na área de bioquímica,
pesquisa de c?ncer, genética, imunologia, farmacologia, radia??o,
tóxologia, e pesquisas de vírus.



T?CNICAS DE IMAGENS N?O INVASIVAS

O desenvolvimento de técnicas n?o invasivas como:

CAT - utiliza computadores na reconstru??o
de imagens tridimensionais do corpo humano através do Raio-X.

MRI (Magnetic Resonance Imaging) - permite a visualiza??o
de imagens detalhadas do interior do corpo humano, sem inje??o
de subst?ncias radioativas.

PET (Positron Emission Tomograph) e SPECT (Single Photon Emission Computerized Tomograph) - usados em estudos de doen?as
cérebrovasculares e distúrbios psiquiátricos.Estes métodos
têm revolucionado a pesquisa clínica. S?o equipamentos
que permitem a avalia??o de doen?as humanas nos pacientes.
Por exemplo, estes equipamentos escaneadores têm validado o diagnóstico
precoce e avalia??o da doen?a de Alzheimer, doen?a
de Huntington, tumores "musculoesqueletais", mal de Parkison, doen?as
"cérebrovasculares", e têm contribuindo no conhecimento
do corpo em ciências básicas.

TESTE "AMES"

Criado pelo Dr. Bruce Ames, da Universidade da Califórnia em Bekerley,
este teste "in vitro" checa subst?ncias cancerígenas
usando a "bactéria salmonella", a qual produz c?ncer
nos seres humanos e outros mamíferos. O teste dura cerca de 2-3 dias
e o custo é muito menor que o custo com a utiliza??o
do modelo animal.

PLACENTA

A placenta humana, que geralmente é descartada após o nascimento
de uma crian?a, pode ser usada na prática de cirurgia microvascular,
e no teste de toxidade de químicas, drogas e poluentes. N?o
tem custo e o material é 100% humano.

FARMACOLOGIA QUANTA

? uma técnica computadorizada usada na química teorética
do estudo da estrutura molecular de drogas e seus receptores no organismo.
Usando o conhecimento existente é possível predizer através
da estrutura da droga qual o efeito no órg?o humano em epígrafe.

EYETEX

Em substitui??o ao "Draize Eye Irritancy Test" (feito
nos olhos dos coelhos), é o uso de uma proteína líquida
que imita a rea??o do olho humano.

CROMATOGRAFIA E ESPECTROSCOPIA

Para separar drogas no nível molecular para identificar suas propriedades,
podendo detectar a trajetória de drogas e seus danos aos humanos.

AUTOPSIAS E ESTUDOS "POST-MORTEM"

A autopsia humana é o exame após a morte de tecidos e órg?os
do corpo humano para determinar a causa da morte ou existência das condi??es
patológicas. Estudo que tem sido responsável pela descoberta
e descri??o de muitas doen?as.

ESTUDOS MICROBIOL?GICOS

Microorganismos como bactéria, s?o apropriados para visualiza??o
de um grande número de toxinas, pois se reproduzem rapidamente.

AUDIO-VISUAL

Utilizado no treinamento de médicos de medicina humana e veterinária
e também no ensino médio, em lugar da "disseca??o".

ADM (Agarose Diffusion Method)

Criado em 1960 para determinar a toxidade de plásticos e outros materiais
sintéticos usados na medicina em válvulas cardíacas,
etc.

CORROSITEX

? um teste "in vitro" para avalia??o do potencial
de corrosividade dérmica de químicas diversas. Desenvolvido
pelo "In Vitro International, Inc.", a técnica possibilita
testar uma subst?ncia química ou várias (drogas) em uma
barreira de pele artifical feita de colágeno. Abaixo daquela camada
tem um líquido contendo um corrante indicador de PH que muda a cor
quando entra em contato com a química a ser testada. A corrosividade
da química é determinada pelo tempo que leva para penetrar na
pele artificial e provocar a mudan?a de colora??o.

KITS DIVERSOS

Dispomos de kits para todas as finalidades, como técnicas de sutura
e laparoscopia, treinamento cirúrgico e disseca??o (incluindo modelos anat?micos). Principalmente para disseca??o, temos várias op??es com modelos perfeitos de animais.
Para conhecer mais técnicas substitutivas, indicamos a vers?o online do livro "Do Rato de
Laboratório ao Mouse de Computador", disponível no site
da InterNICHE Brasil:


Links recomendados para consultas,
acesse :
http://avar.org
http://www.DissectionAlternatives.org
http://www.novivisezione.org/links_en.htm


Fonte: FBAV

maio 06, 2011

Regras para uso de animais na ciência v?o ser mais rígidas em Portugal

Existem 11 biotérios licenciados no paísPortugal está a ultimar a altera??o a uma directiva europeia para impor maior rigidez a nível nacional no uso de animais para fins experimentais, revelou hoje o Ministério da Agricultura, em véspera do Dia Mundial do Animal de Laboratório.


"Está em fase de conclus?o um projecto de altera??o da legisla??o comunitária relativa à protec??o dos animais utilizados para fins científicos", refere o Ministério da Agricultura em comunicado.

A tutela adianta que a nova legisla??o, por transposi??o de uma proposta aprovada no Parlamento Europeu, vem "limitar a utiliza??o de certos animais como os primatas n?o humanos, criar um centro de referência europeu para a defini??o de métodos alternativos, fomentar a cria??o de comités de ética locais e nacionais e refor?ar os controlos nesta área".

Investigadores do Instituto de Biologia Molecular e Celular e opositores ao uso de animais em experiências alertaram para a incipiente fiscaliza??o aos locais de cria??o de animais para fins experimentais e às práticas dos cientistas em Portugal.

Em resposta, o ministério esclarece que "existe um controlo efectivo sobre a utiliza??o de animais no país" por parte da Direc??o Geral de Veterinária (DGV).

A nota explica que a DGV faz a avalia??o das condi??es de alojamento e de maneio dos animais nos centros de cria??o de animais para experiências científicas, verificando se o modelo experimental proposto respeita o princípio legal dos "3R's (Reduction, Refinement e Replacement - redu??o do uso de animais em experiência, melhoramento das práticas e substitui??o dos animais por outras alternativas) para reduzir o "eventual sofrimento dos animais".

Constan?a Carvalho, da plataforma de oposi??o ao futuro Biotério da Azambuja, defendeu que a falta de fiscaliza??o leva a que, por vezes, experiências em que existem alternativas ao uso de animais continuem a ser feitas com recurso a animais, sobretudo em experiências básicas que n?o se destinam a comprovar hipóteses colocadas pelos cientistas.

O Ministério da Agricultura revela que, em 2008, foram usados mais de 50 mil animais em experiências, cuja utiliza??o foi autorizada pela DGV.

No país, existem 11 biotérios licenciados, estando a DGV a acompanhar processos de licenciamento de outros "a quem têm sido recomendadas altera??es ou melhoramentos" para cumprirem a lei.

O Dia Mundial do Animal de Laboratório assinala-se no sábado para recordar os milh?es de animais que todos os anos s?o utilizados e mortos em experiências científicas.

Em Lisboa, o dia será assinalado com uma marcha contra a constru??o do Biotério da Azambuja, um projecto das Funda??es Gulbenkian e Champalimaud e da Universidade de Lisboa que prevê a instala??o de dezenas de milhares de jaulas para animais destinados à investiga??o científica.

maio 01, 2011

Mini-Guia De Compras ?ticas, Ecológicas E Sem Crueldade Animal / Ecological, Ethical And Cruelty-Free Shopping Mini-Guide:




# Produtos de limpeza para a casa:

- Todos os produtos neste link da Quercus, est?o à venda em supermecados a pre?os acessíveis: http://e-loja.quercus.pt/scid/eStore/defaultproductCategoryViewOne.asp?productCategoryId=340
- Ainda há as seguintes op??es:
> Marca Sonetthttp://greenfibres.server101.com/sonett/sonett_key.php, à venda em lojas de produtos naturais e online aquihttp://www.cemporcentovegan.pt/store.php?cat=16&par=0
Marca Bio-Dhttp://www.biodegradable.biz/, à venda em lojas de produtos naturais e online aqui http://www.ecoescolhas.com/67-limpeza-ecologica,
Receitas para detergentes caseiros

# Cosmética e higiene pessoal:

- Para cosmética e higiene pessoal de supermercado, sugiro a Nívea, que n?o testa em animais e que lan?ou recentemente a gama Pure & Natural, que tem produtos 95% de origem vegetal:

- Sugiro também a Corine de Farme, que também n?o em animais, e que lan?ou recentemente a gama Woman, que tem produtos entre 95% e 99% de origem vegetal: http://www.corinedefarme.com/#/home

- A marca de sabonetes Confian?a, é vegetal, n?o testa em animais, é extremamente barata e existe à venda em qualquer supermercado: http://www.confiancasoaps.com/

- A marca Biopha Nature, também parece ser muito razoável.

- A marca Naetura, preconiza pre?os altos, mas é de facto uma das melhores em termos de qualidade (à venda no Jumbo): http://www.kalma-organics.com/

- Nos supermecados LIDL, temos a marca Sahuda Nature, de baixo custo:http://ritavegan.blogspot.com/2011/02/produtos-de-higiene-vegan-de-baixo.html

- Fora dos supermercados, há a op??o das lojas O Boticário, que n?o testam em animais e de há um tempo para cá, têm tido algumas preocupa??es ambientais, desenvolvendo produtos mais ecológicos.

- Outra op??o é a Yves Rocher, que só n?o tem o selo de aprova??o da Vegan Society porque utiliza mel e cera de abelha em alguns dos seus produtos, de resto, é tudo natural e vegetal, e é uma empresa com imensas preocupa??es ambientais, procurando desenvolver produtos o mais amigos do ambiente possível: (com Maquilhagem) http://www.yrportugal.eu/yvesrocher.html
O chato em rela??o à Yves Rocher é que só funcionam por encomendas, e o valor destas tem, obrigatoriamente, de ser superior a €35, mas vale mesmo a pena.
- A marca Faith In Nature, é aprovada pela Vegan Society e considerada uma das melhores em todo o mundo: http://www.faithinnature.co.uk/

Recomendo também a loja online 100% Vegan, onde todos os produtos comercializados por esta empresa portuguesa, s?o aprovados pela Vegan Society:http://www.cemporcentovegan.pt/store.php?cat=28&par=0
Há ainda as seguintes op??es online:
> Eco-Escolhas (Com Maquilhagem):http://www.ecoescolhas.com/31-maquilhagem

e aqui (mencionam alguns ingredientes de origem animal por n?o se tratar de uma site vegan): http://www.astrologosastrologia.com.pt/magia_beleza.htm

- No que toca a l?minas, ainda n?o tenho conhecimento de nenhuma que n?o seja testada em animais, mas a marca Gillette, anda a ceder à press?o dos consumidores e tem estado a substituir parte dos animais por tubos de ensaio para testar as l?minas, portanto achamos que, dentro das cruéis, a Gillette será a menos cruel: http://www.gillette.com/pt/PT/home.aspx

# Informa??es úteis:

- As marcas mais tóxicas para a nossa saúde, para o ambiente e mais cruéis para com os animais s?o:
L'Oreal (Maybeline, Body Shop, Elvive, Garnier, etc -> http://www.kalma-organics.com/WebRoot/StoreES/Shops/ea2345/48A3/0004/0AD3/ABA6/66FD/D94C/8776/1EEC/L_0027_Oreal_0020_accused_0020_of_0020_using_0020_banned_0020_chemicals.pdf e http://www.facebook.com/photo.php?pid=643547&l=5c0e7bbcf3&id=100000656421084)
Unilever (Gelados Olá, Becel, Dove, H&S - antigo Head & Shoulders - Pantene, Lipton, etc -> http://www.mindfully.org/Industry/Unilever-Mercury-India.htm ehttp://www.facebook.com/photo.php?pid=504416&l=e3d7f4753c&id=100000656421084)
Coca-Cola (líquido nefasto para o nosso organismo e para o solo terrestre; e cúmplice de imensas mortes na ?ndia, Colombia e alguns países árabes ->http://www.indiaresource.org/campaigns/coke/2006/cokepoisoning.html ehttp://www.facebook.com/photo.php?pid=430446&l=adc3b33e66&id=100000656421084)
McDonald's (http://www.youtube.com/watch?v=4IGtDPG4UfI&feature=fvst)
Nestlé (explora??o laboral infantil, polui??o ambiental, ingredientes “alimentares” nefastos para a saúde humana, etc -> http://www.digitaljournal.com/article/289481,  http://www.breastfeeding.com/advocacy/advocacy_boycott.html ehttp://www.facebook.com/photo.php?fbid=184382438260302&set=a.177722095593003.38874.100000656421084&type=1#!/photo.php?fbid=184382438260302&set=a.177722095593003.38874.100000656421084&type=1&pid=504421&id=100000656421084)
Nike e Adidas (trabalho laboral infantil e sacrifício de animais, nomeadamente cangurus -> http://www1.american.edu/ted/nike.htm e http://www.scribd.com/doc/28284712/Adidas-and-kangaroo-killing)
> Lojas chinesas (isto porque como costumo dizer, a China é mesmo o inferno para os animais aqui na terra, e comprar Made In China é estar a dar mais for?a à sua economia, que já é um grande monstro por si só, e que consome uma fatia de tamanho abismal de recursos naturais, que podia muito bem servir de abastecimento a países onde crian?as morrem por falta de 2 litros de água ao dia, ou um pratinho de arroz ou batata. -> vídeo chocante: http://www.youtube.com/watch?v=dyLZnZf5-80)
- Testes em animais:
> Site de imagens de experimenta??o animal:http://www.animalexperimentspictures.com/
> Site com a descri??o dos testes em animais mais comuns:http://www.aila.org.br/denuncias_testes.htm



- Vídeos: 
> “Earthlings”, vídeo sobre a crueldade da indústria animal (vers?o censurada, sem imagens chocantes): http://blip.tv/file/4611026
> "Meet Your Meat", vídeo sobre a crueldade da indústria animal (extremamente violento): http://www.youtube.com/watch?v=Ple_syJmAoA
> “28 Coisas Que Deve Saber Acerca Do Leite De Vaca”, vídeo sobre a verdade acerca dos lacticínios: http://www.youtube.com/watch?v=D2J6phADJvY
> “Uma Vida Interligada”, vídeo a import?ncia de se ser vegan ou vegetariano:http://www.youtube.com/watch?v=eSWh9RLWpcg
> “Carne E O Meio Ambiente”, vídeo sobre o impacto do consumo de carne no ambiente: http://www.youtube.com/watch?v=7zeU8ti-p7o


- Textos:
> Texto que explica como a carne de vitela é obtida:http://ritavegan.blogspot.com/2011/02/como-tenra-carne-de-vitela-e-obtida-how.html
> Leite De Vaca ? Veneno: http://ritavegan.blogspot.com/2011/01/leite-de-vaca-e-veneno-cows-milk-is.html
> Guia Simples De Alimenta??o Vegan:http://ritavegan.blogspot.com/2011/01/guia-de-alimentacao-vegan.html

Nota: Este texto pode e deve ser partilhado, e irá sendo actualizado conforme me cheguem mais informa??es.

Texto de Rita André (http://www.ritavegan.blogspot.com), com a cordial colabora??o de CorAc??o Actividades Sociais (http://www.coraccao.blogspot.com/).